Palestra do Centro Interamericano debate temas tributários na SEFAZ

O evento aconteceu no Auditório da SEFAZ, seguindo os protocolos sanitários, contando com a participação de grande público presencial e de forma remota, por meio da Plataforma Zoom.


Com foco nos impactos da crise do COVID-19 para as Administrações Tributárias e Perspectivas Futuras para a Tributação, o Presidente do Centro Interamericano de Administrações Tributárias (CIAT), Márcio Ferreira Verdi, prenunciou uma recuperação da economia, apesar das incertezas no avanço do PIB e do nível de emprego.

O evento aconteceu no Auditório da SEFAZ, seguindo os protocolos sanitários, contando com a participação de grande público presencial e de forma remota, por meio da Plataforma Zoom.

Além de Márcio Ferreira Verdi, Secretário Especial da Receita Federal do Brasil, José Barroso Tostes Neto, também fez uma análise das principais consequências da crise econômica trazida pela COVID, no mundo, para o Brasil e entes subnacionais, com enfoque na perda de receita tributária, bem como uma avaliação das futuras tendências relacionadas ao ingresso de recursos desta natureza.

O Centro Interamericano de Administrações Tributárias-CIAT é uma organização internacional especializada na modernização de administrações tributárias. Fundado em 1967, o CIAT tem atualmente 42 países membros, 32 países das Américas, entre os quais o Brasil, 5 países europeus, 2 países Africanos e 1 país asiático.

A missão institucional do CIAT é promover a cooperação internacional e o intercâmbio de experiências e informações, bem como prestar assistência técnica, estudos e serviços de capacitação, contribuindo assim para o fortalecimento das administrações tributárias de seus países membros.

O secretário de Fazenda, Marcellus Ribeiro Alves, considerou muito importante o evento tendo em vista atual conjuntura que revela grandes incertezas com relação ao desempenho da economia e da arrecadação de tributos. “Apesar dos resultados excepcionais da receita estadual do Maranhão no ano de 2021, os percentuais elevados de 26,58% de crescimento nominal e 18% de crescimento real, há que se reconhecer que esses índices incidem sobre uma base de arrecadação baixa do ano de 2020, que concentrou os grandes impactos negativos da pandemia”, destacou o secretário de Fazenda.